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Aqui escrevo sobre Saúde e Ensino Superior


O paradoxo de quem pede para abrandar @ O Jornal Económico
O artigo reflete sobre o paradoxo de serem os próprios líderes da inteligência artificial a pedir limites ao seu desenvolvimento, defendendo que a regulação não pode depender de quem cria a tecnologia. O verdadeiro desafio é garantir avaliação independente, transparência e supervisão proporcional ao risco.

J João Mendes
há 6 dias1 min de leitura


Uma proibição que não se pode cumprir não é uma política @ SAPO
Defendo que proibir a inteligência artificial no ensino superior não é uma resposta eficaz, sobretudo quando os mecanismos de deteção são falíveis. Acredito que devemos substituir a lógica da proibição por regras claras, transparência e literacia em IA, avaliando sobretudo aquilo que verdadeiramente importa: a capacidade dos estudantes para pensar, compreender, justificar e decidir autonomamente.

J João Mendes
24 de set.1 min de leitura


O cancro como verdadeiro teste de esforço do sistema de saúde @ Diário de Notícias
O artigo apresenta o cancro como um verdadeiro teste de esforço aos sistemas de saúde, mostrando que a qualidade não depende apenas da excelência clínica, mas da articulação entre prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos. Defende que tempo, continuidade e equidade são determinantes e que inovar em saúde implica também reorganizar percursos e integrar hospitais, universidades e centros de investigação.

J João Mendes
23 de set.1 min de leitura


Da evidência à antecipação: pensar estrategicamente a saúde e a inovação @ SAPO
Defendo que a saúde e a inovação não podem limitar-se a responder aos problemas depois de estes surgirem. Precisamos de transformar evidência em capacidade de antecipação, articulando ciência, tecnologia e decisão estratégica para preparar hoje os sistemas de saúde para os desafios de amanhã.

J João Mendes
28 de ago.1 min de leitura


Quando a inteligência artificial já sabe, o julgamento é a vantagem competitiva @ Executive Digest
Defendo que, num mundo em que a inteligência artificial democratiza o acesso ao conhecimento, a verdadeira vantagem competitiva deixa de estar apenas no que sabemos. Passa a estar no julgamento humano: na capacidade de interpretar, questionar, decidir e assumir responsabilidade pelas decisões.

J João Mendes
13 de ago.1 min de leitura


Quem controla as ligações molda o mundo: de Albuquerque ao One Health @ Forbes
Defendo que quem controla as ligações entre conhecimento, pessoas e sistemas tem capacidade para moldar o futuro. Partindo de Afonso de Albuquerque até ao conceito de One Health, reflito sobre a importância das redes, da interdisciplinaridade e da cooperação para responder a desafios que já não podem ser resolvidos de forma isolada.

J João Mendes
6 de ago.1 min de leitura


A revolução ‘skills-first’ na educação em saúde @ Eco
Defendo uma mudança para uma educação em saúde centrada nas competências demonstradas e não apenas nos diplomas. A abordagem skills-first exige profissionais capazes de aprender continuamente, pensar criticamente, adaptar-se à tecnologia e integrar ciência e humanidade, preparando-os para responder aos desafios complexos da saúde numa perspetiva One Health.

J João Mendes
5 de ago.1 min de leitura


Mais do que um luxo, o bem-estar organizacional como vantagem competitiva @ Human Resources
Defendo que o bem-estar organizacional deixou de ser um luxo para se tornar uma vantagem competitiva. Investir nas pessoas, em lideranças preparadas e em sistemas estruturados de bem-estar é essencial para reter talento, aumentar a produtividade e construir organizações mais saudáveis, resilientes e sustentáveis.

J João Mendes
3 de ago.1 min de leitura


Quando a próxima emergência chegar, estaremos preparados? @ Media Capital
Defendo que a preparação para a próxima emergência de saúde pública começa muito antes de ela acontecer. Precisamos de transformar as lições das crises anteriores em capacidade permanente de prevenção, vigilância e resposta, articulando saúde humana, animal e ambiental numa verdadeira abordagem One Health.

J João Mendes
1 de jul.1 min de leitura


Um modelo de SNS para um país que já não existe @ Expresso
Defendo que o SNS precisa de evoluir para responder a um país profundamente diferente daquele para o qual foi concebido. O envelhecimento, a cronicidade e as novas necessidades de saúde exigem um modelo mais integrado, preventivo, próximo e centrado nas pessoas, capaz de antecipar em vez de apenas reagir.

J João Mendes
24 de jun.1 min de leitura


Lisboa em duas margens @ Expresso
A construção de uma Lisboa verdadeiramente metropolitana exige uma visão integrada, ação coordenada entre municípios e o reconhecimento claro da Margem Sul como território estratégico fundamental para o desenvolvimento sustentável da capital

J João Mendes
11 de jun.1 min de leitura


Sem participação social, não há futuro para o SNS @ Observador
Defendo que o futuro do SNS não pode ser construído sem a participação ativa dos cidadãos e das comunidades. Um sistema de saúde mais sustentável, próximo e eficaz exige literacia, corresponsabilização e participação social, colocando as pessoas no centro das decisões sobre a sua saúde.

J João Mendes
1 de jun.1 min de leitura


Sucesso e insucesso no Ensino Superior: Quando o saber se mede pelo impacto @ Mais Superior
Defendo que o sucesso no ensino superior não pode ser medido apenas por notas, aprovações ou diplomas. O verdadeiro valor da formação está na capacidade de transformar conhecimento em competências, oportunidades e impacto, preparando pessoas capazes de contribuir para a sociedade e fazer a diferença.

J João Mendes
28 de mai.1 min de leitura


Pós-conflito e o caminho da recuperação em saúde @ SAPO
Defendo que o fim de um conflito não significa o fim da emergência em saúde. A recuperação exige reconstruir sistemas, formar profissionais e restabelecer cuidados essenciais, garantindo respostas integradas e sustentáveis que devolvam às populações saúde, dignidade e capacidade de reconstruir o futuro.

J João Mendes
12 de mai.1 min de leitura


Saber não basta para ensinar @ Visão
Defendo que dominar uma área científica não é, por si só, suficiente para saber ensiná-la. A qualidade do ensino superior exige preparação pedagógica, capacidade de comunicar e avaliar, e uma aprendizagem contínua por parte dos próprios docentes, porque ensinar também é uma competência que se desenvolve.

J João Mendes
9 de mai.1 min de leitura


A saúde portuguesa está a mudar. As Universidades estão preparadas? @ Diário de Notícias
Defendo que as mudanças demográficas, tecnológicas e epidemiológicas estão a transformar profundamente a saúde em Portugal. As universidades têm de acompanhar essa transformação, formando profissionais com novas competências, capacidade de adaptação e uma visão integrada da saúde, preparando-os não para o sistema que existe hoje, mas para aquele que terão de construir amanhã.

J João Mendes
24 de abr.1 min de leitura


O Pacto de Competências Digitais como estratégia para o desenvolvimento do país @ Forbes
Defendo que as competências digitais são hoje uma condição essencial para o desenvolvimento e a competitividade do país. O desafio passa por articular ensino, empresas e políticas públicas, garantindo que a transformação digital se traduz em qualificação, inovação e oportunidades para todos.

J João Mendes
31 de mar.1 min de leitura


Estamos preparados para levar o hospital a casa? @ Expresso
Defendo que levar o hospital a casa pode transformar a forma como prestamos cuidados de saúde, aproximando-os das pessoas e reduzindo a pressão sobre as estruturas hospitalares. Mas esta mudança exige tecnologia, equipas multidisciplinares, integração de cuidados e segurança, para que cuidar em casa seja uma verdadeira alternativa e não apenas uma transferência de responsabilidade.

J João Mendes
26 de mar.1 min de leitura


Quando a saúde oral entra, finalmente, na agenda global das doenças crónicas @ SAPO
Defendo que a saúde oral deve deixar de ser tratada como uma dimensão separada da saúde global. A sua integração na agenda das doenças crónicas reconhece aquilo que a evidência há muito demonstra: saúde oral e saúde sistémica estão profundamente interligadas, exigindo prevenção, investigação e políticas de saúde verdadeiramente integradas.

J João Mendes
18 de mar.1 min de leitura


Quando o barato sai caro: O preço invisível das bebidas açucaradas e do álcool @ Visão
Defendo que o verdadeiro preço das bebidas açucaradas e do álcool não está no talão, mas no impacto que deixam na saúde e na sociedade. Uma tributação adequada, integrada numa estratégia de prevenção, pode reduzir consumos nocivos e gerar recursos para literacia em saúde, prevenção e cuidados de saúde primários.

J João Mendes
18 de fev.1 min de leitura
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