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Pacto Estratégico para a Saúde | Contributos para o Futuro da Formação em Saúde

Foto do escritor: J João Mendes
J João Mendes
20 de ago.
2 min de leitura

Representei a Egas Moniz numa reunião dedicada ao Pacto Estratégico para a Saúde, apresentando contributos centrados na formação dos profissionais, longevidade, One Health, inteligência artificial e capacidade formativa do ensino superior.


No âmbito do Pacto Estratégico para a Saúde, fui recebido, no passado dia 13 de maio, juntamente com o Tenente-General Marco Paulino Serronha, Vice-Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, pelo Professor Adalberto Campos Fernandes, designado pelo Presidente da República, António José Seguro, para coordenar esta iniciativa.

Foi uma oportunidade importante para ouvir, refletir e apresentar, em representação da Egas Moniz School of Health & Science, algumas das prioridades que considero fundamentais quando pensamos o futuro da saúde e, em particular, a formação de quem cuida.


Entre os contributos que levámos estiveram a integração plena do ensino superior privado na estratégia nacional de saúde, a utilização da capacidade formativa instalada, a preparação para os desafios associados à longevidade, a abordagem One Health, a inteligência artificial e os dados em saúde e a capacidade de Portugal para atrair e formar estudantes internacionais.


Há uma questão particularmente importante neste debate: não existe sistema de saúde sem profissionais, nem profissionais sem formação. Num país que viverá cada vez mais anos, precisamos não apenas de aumentar a longevidade, mas de garantir qualidade ao longo desse percurso. Isso exige antecipação das necessidades, profissionais qualificados e uma articulação efetiva entre formação, investigação e prestação de cuidados.

O Pacto Estratégico para a Saúde foi apresentado pela Presidência da República com uma perspetiva de longo prazo, procurando promover estabilidade, previsibilidade e continuidade nas políticas públicas de saúde e mobilizar diferentes atores do setor.

Escutei com atenção os diferentes contributos e saí desta reunião com a convicção reforçada de que as instituições que formam profissionais de saúde devem participar ativamente nesta reflexão.


Continuarei, com energia e entusiasmo, a contribuir para aquela que considero uma das responsabilidades mais importantes do ensino superior em saúde: formar quem cuida.



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