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Encontros com a Região | Plano Estratégico da Península de Setúbal 2028–2034

Foto do escritor: J João Mendes
J João Mendes
21 de set.
2 min de leitura

Participei no primeiro “Encontro com a Região”, contribuindo, enquanto membro do Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal, para a reflexão sobre Saúde, Habitação, Demografia e Coesão Social na Península de Setúbal.


No dia 21 de setembro, participei, a convite da Comunidade Intermunicipal da Península de Setúbal, no primeiro dos “Encontros com a Região”, realizado no Barreiro e dedicado aos desafios da Saúde, Habitação, Demografia e Coesão Social.

A minha participação assumiu um significado particular enquanto membro do Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal da CIM Península de Setúbal, permitindo contribuir para uma reflexão que procura aproximar o conhecimento e a Academia das necessidades concretas do território.


Este ciclo de encontros integra o processo de construção do Plano Estratégico da Península de Setúbal 2028–2034, envolvendo instituições, empresas, sociedade civil e diferentes agentes regionais na identificação dos principais desafios, oportunidades e prioridades para o desenvolvimento futuro da região.

No painel “Diálogo com a Academia”, partilhei a perspetiva da Egas Moniz School of Health & Science sobre algumas das questões que se colocam à Península de Setúbal, particularmente no domínio da saúde, e sobre o contributo que o ensino superior e a ciência podem dar para respostas mais integradas, sustentadas em evidência e próximas das populações.


Acredito que a Academia não deve observar o território à distância. Deve conhecê-lo, produzir investigação relevante para os seus problemas, formar profissionais capazes de responder às suas necessidades e colocar conhecimento e capacidade de inovação ao serviço das comunidades.


Na Egas Moniz, procuramos concretizar essa responsabilidade através da formação, da investigação desenvolvida no CiiEM, da atividade clínica e da colaboração com municípios, instituições de saúde e restantes atores da região.

Pensar estrategicamente uma região exige mais do que diagnosticar problemas. Exige transformar evidência em prioridades e prioridades em decisões capazes de produzir impacto.

Porque o conhecimento só cumpre plenamente a sua missão quando contribui para melhorar o território e a vida das pessoas.



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